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Pauta formativa: O ser docente

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  Pauta formativa: O ser docente INTRODUÇÃO “Tem professores que se burocratizam na profissão. Outros se renovam com o tempo, se tornam pessoas mais humanas, ricas e abertas. As chances são as mesmas, os cursos feitos, os mesmos; os alunos, também são iguais. A diferença é que uma parte muda de verdade, busca novos caminhos e a outra se acomoda na mediocridade, se esconde nos ritos repetidos. Muitos professores se arrastam pelas salas de aula, enquanto outros, nas mesmas circunstâncias, encontram forças para continuar, para melhorar, para realizar-se” (MORAN). Questão 1: O que é ser docente? R)____________________________________________________ DESENVOLVIMENTO As etapas de aprendizagem docente, por José Moran A iniciação : É uma etapa de aprendizagem, de insegurança, de entusiasmo e de muito medo de fracassar. A consolidação : O educador consegue ter maior domínio de todo o processo. Crises de identidade : O professor tem a sensação de estar fora do lugar, sensação de inadequação...

A Janela de Johari

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A Janela de Johari Texto de Clarice Catenaci A Janela de Johari é uma ferramenta poderosa para o autoconhecimento e a melhoria da comunicação interpessoal , criada por Joseph Luft e Harrington Ingham em 1955. Ela funciona como uma espécie de "mapa" que representa as diferentes partes de nossa personalidade e como elas são percebidas por nós mesmos e pelos outros. A estrutura da Janela de Johari: A ferramenta é dividida em quatro quadrantes, cada um representando um tipo de informação sobre si mesmo: Área Aberta: Aquilo que você sabe sobre si mesmo e que os outros também sabem. Inclui suas habilidades, características, experiências e opiniões que você compartilha abertamente. Área Cega: O que os outros sabem sobre você, mas você não tem consciência. São aspectos da sua personalidade, comportamentos ou motivações que passam despercebidos por você, mas que podem ser percebidos por outras pessoas. Área Oculta: O que você sabe sobre si mesmo, mas esconde dos outros. Isso pode...

O “Índio genérico”

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O “Índio genérico” Moema, 1866 de Victor Meirelles, óleo sobre tela 129 x 190, acervo do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Quando falamos sobre os povos indígenas quase sempre lembramos da figura do “Índio Genérico”, aquele sem etnia e que vive na floresta, pena na cabeça e adornos de madeiras pelo corpo, cabelo negro e liso cortado em “formato de tigela”, olhos levemente puxados, pele cor de cobre e que vive praticamente nu, arco e flecha na mão e saia de palha. Lembramos dele no dia 19 de abril quando a escola faz alguma atividade referente a data. Esse índio genérico povoa nosso imaginário e percorre nossa educação. Ele é fruto do eurocentrismo, que se baseia nos europeus para interpretar o mundo e a realidade, e que faz do índio aquele que nada produz, avesso ao trabalho e que não respeita a propriedade privada. Quase sempre o índio é relacionado ao atraso social e econômico, é o selvagem que precisa ser civilizado pelo homem branco. Não por acaso, quando discutimos a questão da ...