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Avaliação não é ameaça

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Pixabay Avaliação não é ameaça Por Luis Carlos de Menezes, 01/08/2008   "A escola que fazia o estudante aprender para passar nas provas agora ensina para ela mesma ser aprovada".   As provas devem servir para acompanhar o processo de aprendizagem do aluno, e nunca ser temidas como sentenças.   Julgamentos e estimativas são sempre necessários. Um simples olhar avalia uma vaga de estacionamento ou a deselegância de um gesto. Uma rápida operação mede a pressão arterial ou verifica o saldo bancário. Somente a análise complexa, no entanto, diagnostica um paciente ou uma grande organização. Avaliações educacionais, por sua vez, verificam habilidades de alunos e o desempenho de redes escolares. Os objetivos, nesse caso, são tão diferentes quanto os de exames médicos que orientam tratamentos ou de provas para certificar profissionais e classificar serviços.   As avaliações mais importantes são as que orientam o ensino, integradas ao processo de aprendizagem, e não simples pr...

A gestão de resultados na educação

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A gestão de resultados na educação é uma prática fundamental para acompanhar o progresso das aprendizagens e garantir o sucesso dos estudantes. Ela se apoia em diferentes indicadores que permitem avaliar desde os recursos mobilizados até os impactos de longo prazo de um plano, ação ou projeto. Os indicadores de insumos evidenciam os recursos necessários para a implementação, como a quantidade de pessoas envolvidas, as horas dedicadas ao planejamento, as competências aplicadas e os recursos financeiros mobilizados. Já os indicadores de processo avaliam como esses recursos são utilizados, observando o empenho da equipe, os estilos de comunicação adotados, as metodologias aplicadas e a criatividade diante dos desafios.   Os indicadores de resultados mostram, de forma estatística, se os objetivos e metas foram alcançados. Entre eles, destacam-se os índices de frequência e rendimento escolar, as diferenças de aproveitamento entre estudantes da mesma série e as curvas de aprendizagem....

Tambor, o senhor da alegria

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Tambor, o senhor da alegria por Luiz Antônio Simas Os mais velhos dizem que um dia, cansado da solidão do poder Zambiapungo, o Ser Supremo dos cultos angolo-congoleses Foi tomado pela tristeza e cogitou desistir da criação do mundo Os inquices, seus filhos, resolveram alegrá-lo para que a criação não fosse interrompida Katendê, o Senhor da medicina da floresta, macerou as folhas e preparou um banho para refrescar Zâmbi Zaratempo criou as estações do ano O calor do verão, os dias amenos do outono, o frio do inverno e as floradas da primavera Matamba, a dona do balé espantoso dos relâmpagos, foi a próxima a tentar alegrar o Pai maior Vunji trouxe as crianças, que começaram a dar cambalhotas e subir nas árvores Angorô inventou o arco-íris depois da chuvarada Gongobira coloriu os rios com peixes coloridos Dandalunda mostrou a força das cachoeiras Mutalambô caçou um pássaro gigante com a sua destreza de flecheiro Nkosi forjou ferramentas diversas Lembarenganga preparou um cortejo de pombas...