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Caetana diz não: um quadrinho antirracista

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Imagem do Pixabay Em meados do século XIX, em uma fazenda de café situada no Vale do Paraíba, interior do Rio de Janeiro, ocorreu um episódio singular que revela muito sobre as tensões sociais e culturais da sociedade escravista brasileira. Trata-se da história de Caetana, uma jovem escravizada que ousou desafiar as imposições de seu proprietário ao recusar de forma enfática o casamento que lhe foi imposto. Embora a cerimônia tenha sido realizada sob a chancela da Igreja, Caetana afirmava sentir “repugnância pelo matrimônio” e jamais permitiu a consumação da união com o escravo Custódio. Sua resistência foi tão firme que Tolosa, senhor de ambos, acabou por intervir, buscando a anulação do matrimônio. O caso, considerado improvável e até curioso para os padrões da época, foi analisado com profundidade pela historiadora Sandra Lauderdale Graham em sua obra Caetana diz não – Histórias de mulheres da sociedade escravista brasileira (VELOSO, 2018, p. 13). Clique na imagem e acesse o livro: ...

Estudos de Caso: Conflitos e Inclusão na Escola

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  Imagem do Pixabay O documento “Situações para Estudo de Caso” reúne sete episódios vividos em ambiente escolar que expõem conflitos de convivência, inclusão e gestão. Ele apresenta casos de alunos com dificuldades de saúde (como Maria e João), situações de bullying por aparência física (Kleber e João), tensões políticas entre professores durante uma greve, desafios no acolhimento de estudantes imigrantes e episódios de agressividade entre colegas (Cleyton e João). Em todos os relatos, fica evidente a fragilidade da escola em lidar com diversidade, diferenças individuais e conflitos coletivos. Os casos revelam a necessidade de maior preparo institucional, formação docente voltada para inclusão, protocolos claros de acolhimento e estratégias de mediação de conflitos.   Situação 1 – Maria e a perua escolar Conflito: responsabilidade por cuidar da criança que tem problemas de esfíncteres. Atores: Maria, colegas, perueiro, professora, direção, mãe. Impacto: constrangimento da al...

Avaliação não é ameaça

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Pixabay Avaliação não é ameaça Por Luis Carlos de Menezes, 01/08/2008   "A escola que fazia o estudante aprender para passar nas provas agora ensina para ela mesma ser aprovada".   As provas devem servir para acompanhar o processo de aprendizagem do aluno, e nunca ser temidas como sentenças.   Julgamentos e estimativas são sempre necessários. Um simples olhar avalia uma vaga de estacionamento ou a deselegância de um gesto. Uma rápida operação mede a pressão arterial ou verifica o saldo bancário. Somente a análise complexa, no entanto, diagnostica um paciente ou uma grande organização. Avaliações educacionais, por sua vez, verificam habilidades de alunos e o desempenho de redes escolares. Os objetivos, nesse caso, são tão diferentes quanto os de exames médicos que orientam tratamentos ou de provas para certificar profissionais e classificar serviços.   As avaliações mais importantes são as que orientam o ensino, integradas ao processo de aprendizagem, e não simples pr...

A abordagem histórico-investigativa e o ensino de História

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  A abordagem Histórico-Investigativa (HI) vem sendo construída ao longo das últimas duas décadas como uma alternativa pedagógica capaz de incentivar a motivação, o engajamento e a argumentação dos alunos em sala de aula. Seu diferencial está em promover competências relacionadas ao fazer científico, tornando os estudantes mais ativos e participativos no processo de aprendizagem e contextualizando os conhecimentos escolares. Essa metodologia se caracteriza pelo uso de atividades experimentais de cunho investigativo, pautadas em episódios históricos, centradas nos alunos e orientadas pelo professor. O objetivo é criar situações de ensino que estimulem a reflexão sobre conteúdos específicos da ciência e da história, além de desenvolver habilidades metacientíficas, práticas experimentais e argumentativas.   Saiba mais clicando no artigo: A abordagem histórico investigativa no ensino de Ciências de Renata F. M. Batista e Cibelle Celestino Silva.   Nesse contexto, o t...

Excluídos da História

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Excluídos da História Os Excluídos da História é um projeto desenvolvido pela Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) . O dicionário biográfico foi desenvolvido por 6.753 estudantes de todo o país entre os dias 3 e 8 de junho de 2019 e inclui 2.251 verbetes sobre personagens raramente estudados na historiografia tradicional. Tais verbetes podem (e devem) ser utilizados em sala de aula para ampliar os horizontes dos estudantes acerca da nossa história e encorajá-los na pesquisa histórica. Como realizar uma ação utilizando os verbetes? Ela é simples, dinâmica e eficiente. Consistem em: Organizar um grupo de estudantes de qualquer faixa etária e/ou da mesma classe. Pode contar com a ajuda do Grêmio Estudantil. Imprima vários Qr Codes e peça aos estudantes que espalhem pela escola em lugares aleatórios e chamativos. Como atividade o docente pode pedir aos estudantes façam a “caça” destes personagens pela escola. Após a “caça”, agende um dia para apresentação, onde estudantes ir...

Análises de registros de memória e documentário sobre o Nazismo e o Holocausto

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  Imagem Pixabay Unidade temática: 9° ano – Judeus e outras vítimas do Holocausto Objetivo: Analisar, por meio de documentários e registros de memória, as principais características do Nazismo e do Holocausto. Habilidades:   EF09HI13: Descrever e contextualizar os processos da emergência do fascismo e do nazismo, a consolidação dos estados totalitários e as práticas de extermínio (como o holocausto). EF09HI16: Relacionar a Carta dos Direitos Humanos ao processo de afirmação dos direitos fundamentais e de defesa da dignidade humana, valorizando as instituições voltadas para a defesa desses direitos e para a identificação dos agentes responsáveis por sua violação. 1° Momento – Introdução e sensibilização Professor, inicie a atividade apresentando aos alunos alguns documentários curtos que abordem a história de Anne Frank. Em seguida, proponha a leitura e análise de trechos de seu diário. Essa etapa deve ser conduzida de forma participativa, estimulando os estudantes a in...

Avaliação diagnóstica – 2ª Série

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  Imagem gerada por IA Avaliação Diagnóstica - História 2ª Série EM Avaliação Diagnóstica – História (2ª Série EM) Instruções: Leia atentamente cada questão e marque a alternativa correta. 1. Renascimento O Renascimento valorizou a diversidade cultural e artística. Qual característica desse movimento evidencia essa valorização? a) Centralização política dos reis b) Antropocentrismo e valorização das artes clássicas c) Expansão marítima europeia d) Reforma religiosa BNCC: Valorizar a diversidade dos patrimônios étnico-culturais e artísticos. 2. Renascimento As manifestações culturais atuais, como o cinema e a literatura, podem ser associadas ao Renascimento porque: a) Rejeitam a ciência e a razão b) Valorizam o ser humano e suas criações c) Defendem apenas a religiosidade medieval d) São voltadas exclusivamente para a política BNCC: Associar as m...

Avaliação Diagnóstica - História - 6º Ano. Guia do Currículo Priorizado

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Imagem gerada por IA Avaliação Diagnóstica - 6º Ano Guia do Currículo Priorizado Ensino Fundamental Anos Finais - História - 1º Bimestre AE1 - Identificar formas de organizar o tempo ao longo da história para reconhecê-lo como uma construção cultural. Questão 1 – EF02HI07A O patrimônio cultural pode ser material ou imaterial. Qual dos exemplos abaixo representa um patrimônio material ? a) Uma dança folclórica b) Um prédio histórico ✅ c) Uma festa popular d) Uma receita culinária Justificativa: Patrimônio material é tangível, como construções, monumentos e objetos históricos. Questão 2 – EF05HI08 A Grécia Antiga desenvolveu uma forma de governo que inspirou sistemas políticos modernos. Qual era essa forma de governo em Atenas? a) Monarquia b) Oligarquia c) Democracia ✅ d) Ditadura Justificativa: Atenas é reconhecida como berço da democracia. AE2 - Discutir o papel das fontes e dos historiadore...