O que é mesmo o ato de avaliar a aprendizagem?
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| Imagem do Pixabay |
No texto de Cipriano Carlos Luckesi discute o verdadeiro
sentido da avaliação da aprendizagem escolar, diferenciando-a dos exames
tradicionais.
Ele defende que avaliar não deve ser um ato de ameaça ou exclusão, mas sim um processo amoroso, inclusivo e construtivo, voltado para o desenvolvimento do educando. Avaliar implica duas etapas inseparáveis: diagnosticar (constatar e qualificar a situação) e decidir (tomar ações a partir do diagnóstico).
Ele defende que avaliar não deve ser um ato de ameaça ou exclusão, mas sim um processo amoroso, inclusivo e construtivo, voltado para o desenvolvimento do educando. Avaliar implica duas etapas inseparáveis: diagnosticar (constatar e qualificar a situação) e decidir (tomar ações a partir do diagnóstico).
O ponto de partida é a disposição de acolher o aluno como ele é, sem julgamentos prévios, criando espaço para diálogo e crescimento. A avaliação deve se basear em dados relevantes, coletados por meio de instrumentos adequados (provas, redações, dramatizações, etc.), que realmente reflitam o estado da aprendizagem. Instrumentos mal elaborados podem distorcer a realidade e gerar injustiças.
Luckesi ressalta que a avaliação só se completa quando, além
de diagnosticar, indica caminhos para melhorar. Não se trata de aprovar
ou reprovar, mas de orientar continuamente o educando em sua trajetória de
vida.
A avaliação da aprendizagem é entendida como um ato
dialógico e democrático, que busca promover qualidade de vida, liberdade e
desenvolvimento integral, em oposição ao caráter classificatório e excludente
dos exames.
Avaliar é inclusivo, amoroso e construtivo.
Exames são classificatórios, excludentes e geram medo.
Avaliar exige acolher o educando como ele é.
Sem acolhimento, há recusa e impossibilidade de vínculo educativo.
Diagnosticar: constatar e qualificar a situação.
Decidir: tomar ações a partir do diagnóstico.
Avaliar sem decisão é incompleto.
Devem ser adequados ao conteúdo e às habilidades avaliadas.
Precisam ser claros, justos e não distorcer a realidade.
Instrumentos ruins geram injustiças e diagnósticos incorretos.
A avaliação deve estar alinhada a uma teoria pedagógica consistente.
Planejamento de ensino é essencial para dar sentido aos dados coletados.
Orientar o desenvolvimento do educando.
Não aprovar ou reprovar, mas indicar caminhos de melhoria.
Promover qualidade de vida, liberdade e crescimento contínuo.



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